A Honda apresentou o novo Honda Fit 2026 no mercado chinês. O compacto terá produção limitada a 3.000 unidades e nova política de garantia vitalícia para motor e transmissão. O modelo mantém o conjunto mecânico 1.5 aspirado com câmbio CVT.
A Honda atribui a permanência do modelo no mercado à combinação entre eficiência energética, confiabilidade mecânica e versatilidade de uso, fatores que ajudaram a manter uma taxa de recompra informada de 3% no mercado chinês.
O novo Fit preserva o perfil externo característico da linha, com proporções compactas e linhas reconhecíveis. A dianteira foi atualizada com elementos visuais de aparência mais tecnológica, enquanto novas opções de cores, como amarelo e azul, passam a integrar a paleta disponível.
No interior, o modelo adota acabamento em tons escuros e recebe uma central multimídia de 10,1 polegadas. A proposta é atender à demanda por integração com dispositivos móveis sem alterar a arquitetura geral do veículo.
Conjunto mecânico
Sob o capô, o Fit mantém o motor 1.5 litro da família Earth Dreams Technology, já conhecido no portfólio da Honda. Segundo a fabricante, o conjunto prioriza eficiência energética e confiabilidade, com autonomia superior a 700 quilômetros com um tanque de combustível, dependendo das condições de uso.
Garantia vitalícia
Um dos principais destaques do relançamento é a introdução da garantia vitalícia para motor e transmissão, política válida para o novo Fit no mercado chinês. A medida reforça a estratégia da GAC Honda de valorizar a durabilidade do conjunto mecânico e reduzir custos de longo prazo para o proprietário.
Mesmo diante do avanço acelerado dos veículos eletrificados, o novo Honda Fit segue apostando em uma proposta tradicional no segmento A0. Com motor a combustão, preço revisado e foco em confiabilidade, o modelo busca manter relevância entre consumidores que priorizam simplicidade mecânica, eficiência de uso e flexibilidade no dia a dia.
A chegada do novo Fit às concessionárias chinesas está prevista para o final de janeiro de 2026.







Até hoje não entendi a estratégia da Honda de substituir o Fit pelo City hatch no Brasil
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