A principal atualização estética está concentrada na dianteira. O Yaris Cross adota uma nova grade frontal com padrão colmeia, agora com acabamento na mesma cor da carroceria, visando uma integração mais limpa ao para-choque. Os faróis de LED foram redesenhados e incluem luzes de condução diurna integradas de série. No interior, a Toyota introduziu o SakuraTouch®, um material sintético que utiliza PVC de origem vegetal, cortiça reciclada e PET. De acordo com os dados técnicos da fabricante, o processo produtivo deste material reduz em 95% as emissões de CO2 em comparação ao couro animal. O isolamento acústico também recebeu atenção, com a implementação de medidas para redução de ruídos de rodagem e de motor através de novos amortecedores dinâmicos e vidros laminados. Sistema Hybrid 130
A linha europeia prioriza agora o trem de força Hybrid 130, disponível tanto com tração dianteira (FWD) quanto com tração integral inteligente (AWD-i). Os principais números do conjunto são:
- Potência combinada: 130 cv (96 kW).
- Torque máximo: 185 Nm.
- Aceleração (0 a 100 km/h): 10,7 segundos.
- Consumo (WLTP): Médias entre 19,6 km/l e 22,7 km/l.
A versão GR SPORT permanece no catálogo com ajustes específicos na suspensão para uma resposta mais direta da direção. Esteticamente, diferencia-se por para-choques exclusivos, rodas de 18 polegadas usinadas e bancos esportivos em suede com costuras vermelhas. O novo Toyota Yaris Cross conta com pacote Toyota T-Mate passa a incluir de série na maioria das versões o freio de suporte de estacionamento e o monitor de ponto cego. O sistema de conectividade Toyota Smart Connect permite integração sem fio com smartphones e atualizações over-the-air. Europa vs. Brasil
A atualização apresentada estabelece uma distinção imediata em relação ao modelo recentemente introduzido no mercado brasileiro. Enquanto a versão europeia adota o novo padrão visual e materiais de baixo impacto ambiental, o Yaris Cross nacional mantém o design original de 2021. Essa estratégia de ciclos de vida distintos é comum na indústria automotiva global, onde mercados emergentes recebem atualizações em cronogramas descompassados em relação aos centros de desenvolvimento na Europa e no Japão. As encomendas para o novo modelo europeu serão abertas ainda neste mês.












Ficou lindo. E cá entre nós, é uma escolha mais acertava que o Audi Q3. O Toyota é infrapremium e tem TODAS as condições de concorrer com o Q3, que também é infrapremium.
ResponderExcluirExcelente análise, amor. No FDS estarei em BSB, garanto que na segunda-feira não vamos conseguir sentar.
ExcluirMatador de Q3
ResponderExcluirA frente tá parecendo um bicho de goiaba!! que péssimo. O Nacional é menos pior, o que não quer dizer que seja bom.
ResponderExcluirhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_FeH6Wl_ZzsaGcrlvFf6ASkdLbUtauT155J5DTqmyXZzrlU0wJC5pzLlBHbZWkiUNXH59cCONeNUp8zaJ_rcm1_dPhysj-NQup8cFdOcwyB7NF-ksLHZYX-TJBpZqovdGgHJfycqIbNLG-JNZnBKii2sk3nlQHmYfTWfPP4T4T5HitnBHRAH8_ItaQqLY/s600-rw/Volkswagen-Tera-2026%20%20%2829%29.jpg
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