A Mercedes-Benz prepara a introdução de um novo sistema de direção no Novo EQS, seu sedã elétrico de topo, ao disponibilizar a tecnologia steer-by-wire em um modelo de produção. O recurso elimina a ligação mecânica direta entre o volante e as rodas, substituindo-a por comandos eletrônicos.
Segundo a fabricante, a proposta é alterar a forma de interação entre motorista e veículo. O sistema atua por meio de sensores e unidades de controle que interpretam os movimentos do volante e os convertem em ângulo de esterçamento. Com isso, a calibração da direção pode variar conforme a velocidade e as condições de condução.
Na prática, a marca aponta redução do esforço ao dirigir e maior facilidade em manobras, como estacionamento. A ausência de ligação mecânica também permite filtrar vibrações provenientes do piso, que normalmente seriam transmitidas ao volante. O contato entre pneus e asfalto passa a ser gerenciado por modelos matemáticos que reproduzem as forças de retorno da direção.
O sistema trabalha em conjunto com o eixo traseiro esterçante de até 10 graus. Em velocidades mais elevadas, as rodas traseiras passam a esterçar na mesma direção das dianteiras, com o objetivo de aumentar a estabilidade. Em baixas velocidades, o efeito é inverso, reduzindo o raio de giro.
A adoção do steer-by-wire possibilita um volante mais compacto e com formato achatado, liberando espaço na cabine e ampliando a visibilidade do painel de instrumentos.
Essa mudança também exigiu o desenvolvimento de um novo conceito de airbag, já que a estrutura tradicional utilizava o aro superior do volante como apoio durante a abertura.
De acordo com a empresa, o sistema foi submetido a mais de um milhão de quilômetros de testes, incluindo simulações, pistas e uso em vias públicas. A arquitetura conta com redundância, com dois caminhos independentes de sinal para garantir funcionamento contínuo. Em caso de falha total, a condução lateral pode ser mantida por meio do esterçamento traseiro e intervenções de frenagem via controle eletrônico de estabilidade.
A tecnologia estará disponível para todas as versões do EQS, independentemente do conjunto motriz, como opção ao sistema eletromecânico convencional. A introdução ocorre no contexto das comemorações de 140 anos da marca, que remontam à criação do automóvel por Karl Benz no século XIX.
Com a adoção do steer-by-wire, o EQS se torna o primeiro modelo de produção de uma fabricante alemã a oferecer esse tipo de direção, indicando um movimento mais amplo de substituição de componentes mecânicos por soluções baseadas em software na indústria automotiva.








Audi Q8 vom eixo direcional traseiro???
ResponderExcluirnão.
ExcluirCoitada da Audi.
ResponderExcluirDesistiu da condução autônoma Level 3 depois que a Mercedes lançou primeiro e já aprovou em 8 países.
Desistiu do A8 concorrendo com a Classe C.
Desistiu do A2, que levava uma surra do BClass. A Audi sequer tem capacidade de fazer seus próprios motores. É fail na F1. Audi é um pária mundial mesmo. Lucro e vendas em queda desde 2018.
ôhhh espécime!!!! Não relincha...A Audi não desistiu da Condução Autônoma...nível 3. Ela já tem a tecnologia desde 2017, e em breve homologará.
ExcluirSucessor do A8 [é Grandsphere.
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Na F-1 a Audi é grande sucesso.
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Já é top 5 entre equipes e com grande confiabilidade. E agora irá escalar o pelotão.
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