A BYD apresentou no Brasil a linha 2027 do BYD Song Plus 2027, que chega com mudanças técnicas focadas em desempenho, autonomia e recarga da bateria. Mesmo com as atualizações, o SUV híbrido plug-in mantém o preço público sugerido de R$ 249.990.
A principal alteração está na evolução da plataforma DM‑i (Dual Mode Intelligence), que passa a utilizar um motor 1.5 turbo trabalhando em conjunto com o propulsor elétrico. O sistema combinado entrega 239 cv de potência e permite aceleração de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos.
Outra mudança relevante está na bateria Blade Battery, que teve sua capacidade ampliada de 18,3 kWh para 26,6 kWh. Com isso, a autonomia em modo elétrico passa de 63 km para 99 km segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), um aumento de 57% em relação ao modelo anterior.
A autonomia combinada declarada é de até 1.150 km pelo ciclo NEDC.
Carregamento rápido
A linha 2027 também introduz a possibilidade de carregamento rápido em corrente contínua (DC). Nesse modo, a recarga da bateria de 30% a 80% pode ser realizada em aproximadamente 55 minutos.
No interior, o modelo mantém o conjunto tecnológico já presente nas versões anteriores. Entre os equipamentos estão central multimídia giratória de 15,6 polegadas, painel digital de 12,3 polegadas e head-up display.
O sistema de assistência à condução inclui controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego.
O SUV conta ainda com seis airbags, câmera 360°, bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação, teto solar panorâmico e acesso por NFC ou Bluetooth via smartphone. Para o banco traseiro há controle independente do ar-condicionado e encosto reclinável. Entre as novidades de acabamento está a opção de interior na cor preta.
Vision Center será novo espaço da marca em São Paulo
Os lançamentos também marcaram a inauguração do BYD Vision Center, novo espaço da marca localizado na zona sul de São Paulo.
O local recebeu investimento superior a R$ 15 milhões e foi concebido como um hub para eventos, treinamentos, produções audiovisuais e lançamentos de produtos. O projeto inclui estúdios e ambientes voltados à criação de conteúdo e ações de relacionamento com clientes e parceiros.
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Segundo a empresa, a estrutura segue conceito já utilizado pela marca na China e passa a integrar as operações da BYD no Brasil.









A força da concorrência matou a Audi
ResponderExcluirO Motor do Song Plus sempre foi 1.5 turbo...Ou não?
ResponderExcluirNão..sempre foi aspirado. Agora turbo? BYD não tem experiência com turbo....xiiii....
Excluirmatador de Q5 e Q7
ResponderExcluirAtenção, novamente robôs haters querendo associar a Audi (marca supra-premium) com marcas xing chinesas. No passaran!
ResponderExcluirhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgufN5M_fLnI7t40Z4iUx9FKjYStbyxEXKyriAo3dE5Lv9tR-cAI_fcQnatlL6V0MjjtLaHAJ9vPYgGcXWp5r9nBO1mQp2T6SfCYY2qQ55-MFREtQUgY9VNM9PgdaIXMcJF1o-BVH2xgUV1XZaHSKAihtjeQTzDl98tVfoGtjivOb1gTiuOoLD5qxv9lvlk/s600-rw/Q5-Advanced--2-001.jpg
Audi Q3 custa mais de R$ 500k. Q7 mais de R$ 700k. Desde quando vão competir com carros xing com preço de R$ 250k?
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