Car.blog.br

Pesquisar este blog

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

Categorias: , 25 Comentários

A Volkswagen do Brasil está exportando, em 2017, para mercados da América Latina, especialmente para México e Argentina, mais de 44% de sua produção nacional. As vendas externas da montadora no primeiro trimestre de 2017 correspondem a mais de 80% das vendas no mercado interno.

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

Esses números dão à Volkswagen do Brasil o título de líder incontestável de vendas externas entre as montadoras instaladas no Brasil. Em 2016, a montadora alemã foi a maior exportadora do setor automotivo, com 107.322 unidades embarcadas para 16 países. O modelo mais exportado em 2016 foi o Gol, com 49.911 unidades, seguido do up! (20.318), Voyage (17.512), Saveiro (12.443).

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

Já em 2017 a VW Brasil registrou um aumento de 102% nas exportações no primeiro trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016. Foram 47.925 unidades exportadas esse ano, contra 23.650 no ano passado. O volume exportado pela Volkswagen em 2017 corresponde a praticamente um terço (27,8%) de todos os embarques da indústria automotiva brasileira no mesmo período (172.693).

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

Em relação ao volume total, as vendas externas da VW Brasil em 2017 correspondem a 82% do volume vendido no mercado interno, e 45% da produção.

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

O modelo mais exportado no primeiro trimestre de 2017 continua sendo o Gol, com 20.356 unidades embarcadas, seguido pelo Voyage, com 10.242 unidades, e a Saveiro com 8.874 unidades.

VW Brasil amplia liderança em vendas externas em 2017

A marca tem uma estratégia de produzir no Brasil carros alinhados com os requisitos de cada país para o qual vender, o que tem contribuído para ampliação da participação nas vendas. Os mercados que mais receberam os veículos produzidos pela Volkswagen do Brasil foram Argentina, onde a marca tem sido líder de vendas há alguns anos, e o México.


A performance positiva em 2017 reflete os primeiros resultados da criação da estrutura regional SAM, que engloba a América do Sul, América Central e Caribe, em um total de 28 países, da qual David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, é responsável. Essa divisão dá maior autonomia e força no desenvolvimento de soluções para as demandas dos clientes da marca nessas regiões, ajudando a ampliar a atuação da empresa nesses mercados.

Exportações VW Brasil - dados

• As exportações da Volkswagen do Brasil começaram em fevereiro de 1970, quando 13 unidades dos modelos Kombi e Variant foram exportadas para o México e países da América do Sul.
• Em 1972 os volumes exportados já chegavam a 7.204 unidades. Este número expressivo fez a empresa perceber a grande oportunidade de tornar-se líder em exportação (automóveis e comerciais leves).
• Um dos maiores contratos de exportação foi com o Iraque, para onde foram exportadas 170 mil unidades do Passat de 1983 a 1988.
• Outro grande contrato ocorreu em 1987, com o Projeto 99 (Voyage e Parati) para o mercado norte americano (Canadá e EUA). Foram dois anos de exportação da Parati com 25.022 unidades e sete anos do Voyage com 202.062 unidades exportadas.
• Em 2000, após o sucesso das exportações do Voyage e da Parati, a Volkswagen do Brasil anunciou a volta ao mercado norte americano (Canadá e EUA), considerado um dos mais exigentes do mundo, com as exportações do modelo Golf. Foram 137.925 unidades do modelo para os EUA no período de 2000 a 2005 e 75.063 unidades para o Canadá entre os anos de 2000 a 2009.
• O Gol com motor a diesel foi vendido entre 2000 e 2008 para Argentina (14.562 unidades no período), Uruguai (1.219 unidades) e Paraguai (898 unidades).
• Em junho de 2004 a Volkswagen comemorou 1,5 milhão de unidades exportadas. O veículo que representou esse marco foi um Gol destinado à Venezuela.
• O ano de 2005 registra o ápice da exportação, com a abertura dos mercados da África e Oriente Médio, mais uma vez a Volkswagen do Brasil superou desafios levando produtos para países com diferentes exigências.
• Os produtos da Volkswagen do Brasil (automóveis e comerciais leves), já marcaram presença na Europa, África, Ásia e Américas.
• Com a criação do Mercosul em 1991 inicialmente composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, no qual os objetivos primordiais eram a eliminação das barreiras tarifárias e não-tarifárias no comércio entre os países membros, o impacto geral sobre a performance da indústria automobilística foi extremamente positivo, considerando que esses países tornaram-se um importante polo de atração de investimentos estrangeiros diretos.
• Em alguns países os modelos receberam outro nome, como o Gol no México, Rússia e Egito chamou-se Pointer ou mesmo o Fox, que no México chamava-se Lupo.
• Entre 2004 e 2005, o Gol foi exportado para a Rússia, sendo o primeiro carro brasileiro a circular naquele país.
• Ucrânia, Turcomenistão e Azerbaijão receberam o Gol, entre 2005 e 2006, sendo que o automóvel sofreu adaptações devido à grande diferença climática em relação ao Brasil.
• China e Irã chegaram a fabricar o Gol em CKD a partir de peças exportadas do Brasil.

25 comentários:

  1. Lá fora,por aqui no Brasil tá sendo humilhada

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. kkk..como pode ser tão idiota...certeza que é eleitor do Lula e do PT. Deve ter votado na Dilma...

      Excluir
    2. Qual a fonte que as outras montadoras nao estão exportando muito mais tbm?
      Fiat toro é sucesso na Argentina.
      Jeep tbm.

      Logo estão com informações de apenas uma montadora e supondo que as outras estão piores.

      Quando as montadoras informarem os volumes de exportação delas. Ai sim poderá falar ou nao que a vw é a que mais exporta.

      Excluir
    3. A VW sempre dominou na Argentina. A Fiat não tem nenhum carro de destaque lá;

      Excluir
    4. Prezado Gabriel, com todo o respeito, você disse uma incomensurável asneira !

      Excluir
    5. Esse Nick Campos só fala merda, que chatice. Não faz um comentário que agrega conteúdo.

      Excluir
  2. Esses números são absurdamente excepcionais, e mostram que se somar vendas externas + internas, a VW é líder disparada de vendas no Brasil. E isso com um portfolio que conta com modelos com quase 10 anos de estrada, e portanto já totalmente amortizados.

    Esses dados mostram também que enquanto fiat, Ford e Gm ficam se engalfinhando para vender para locadoras no brasil a preço vil, a VW opta por vender no varejo do México e Argentina.

    Estratégia empresarial perfeita da VW Brasil.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. "se somar vendas externas + internas, a VW é líder disparada de vendas no Brasil."

      Por favor me fala que você ta brincando e que você percebe o quão sem sentido é somar as vendas EXTERNAS para ficar melhor colocado num ranking de vendas INTERNAS.

      Excluir
    2. Cade o números das outras montadoras?
      Onix tbm é exportando
      Fiat toro idem.
      E varios outros tbm. Logo se nao tem os dados das outras nao vem falar asneira que uma é lider e a outra não

      Excluir
    3. E apenas para constar: Que ótimo que a VW está exportando tudo isso. Gera renda, gera emprego, movimenta a economia e mostra o país como polo industrial a outros mercados.

      Meu único ponto é contabilizar essas vendas pra falar de ranking de vendas no Brasil.

      A VW é maior que isso, Carlos. Não está preocupada com liderança no nosso mercado nesse momento. Como fanboy que é, já deveria ter percebido isso

      Excluir
    4. kkkkkkkkkkk quando tivermos o rank completo podemos tirar conclusões, por enquanto essa soma de Interna e Externa e só Orelhada

      Excluir
    5. Por favor me fala que você ta brincando e que você percebe o quão sem sentido é somar as vendas EXTERNAS para ficar melhor colocado num ranking de vendas INTERNAS.

      Isso só é "sem sentido" para manézinhas fanzinhas de marquinha que ficam ouriçadas e dando gritinhos de alegria em qualquer listinha que sua marca ou modelo está em primeiro lugar.

      No mundo empresarial, o que interessa são os lucros, vendas totais, que não importa se foram vendidos no Brasil ou no México.

      Montadoras no Brasil têm fábricas e para dar lucro precisam operar suas fábricas no limite ótimo de maximização de lucros.

      O que a VW faz de exportar mais de 1/3 de sua produção é ótimo para ela, ótimo para os empreagos dela, ótimo para o Brasil e para todos os brasileiros.

      Então, sim, faz todo o sentido somar vendas Internas e Externas, pois tudo isso são VENDAS, e isso que importa.;

      Excluir
    6. E não precisa ser nenhum gênio. A Industria inteira exportou 172 mil carros. E a VW sozinha exportou 49 mil. Ou seja, no mercado de exportação, a VW tem nada menos que 28% de market share.
      O resto somado tem caminhão, motos, tratores, implementos agrícolas e etc. E a VW sozinhoa exportou só de carro quase 48 mil unidades. Não tem comparação. As outras não existem. ZERO. Nem fiat, nem ford e nem GM.
      Pode ver que hoje somando vendas externas + internas, a VW é a montadora que mais vende no Brasil.

      Excluir
    7. Depois procura uma DF da VW, vai lá no grupo VW Brasil. Aí você me conta se eles consolidam exportações nos resultados do mercado brasileiro.

      Claro que pra VW como um todo, tudo entra. Só precisa de 1 neurônio ativo pra entender isso. Mas somar vendas externas pra falar que vende mais internamente, só você mesmo, meu caro. Me poupe.

      Excluir
    8. mostra os dados gerais..... vendas externas das outras tbem e vamos somar os totais fanzete da vw. Fez essa conta de padaria aí só para vw e ficou molhadinha.... senta na caloi e pedala filha....

      Excluir
    9. E nós com isso? Pensei que o importante era fazerem bons carros. Mas pelo que disse o importante é lucrar. Dane-se qual marca vende menos ou mais. Tem que ter é concorrência acirrada, assim os preços baixam e a qualidade aumenta. Se uma única empresa dominar o mercado estamos perdidos. Por muitos anos só tinhamos a opção de fiat ford e vw, com a autolatina então era pior porque no fim eram apenas duas opções de produtos. Nosso mercado é ridículo. Até o da Argentina é mais interessante, maior oferta de motorização, carros atualizados muito antes do que no Brasil e tem MUITOS modelos que nem temos acesso. Isso de defender marca é coisa de doente mental alienado ou funcionário puxa saco. Já tive fiat, ford, vw, chevrolet, citroen e hoje tenho peugeot. Não defendo NENHUMA! Todas tem carros com qualidades e defeitos.

      Excluir
  3. Se o mercado interno está fraco, o jeito é concentrar nas exportações.

    ResponderExcluir
  4. Muito bom!!!! O povo Brasileiro está precisando de empregos e isso se torna uma cadeia produtiva

    ResponderExcluir
  5. Infelizmente essa foi a solução que a companhia teve de adotar para manter a produção, situação é complicadissima pra SBC. A volks é a unica montadora que ainda continua com o PPE, ou seja não produz de sexta... Se Deus quiser logo a produção de carros volta a subir novamente

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa é uma solução que foi altamente planejada. A VW Brasil definiu a meta de ampliação de exportações como meta estratégica, e tanto é assim, que a criação da unidade da América do Sul, sob o comando do David Powels, tinha como um dos principais objetivos ampliar as exportações da VW Brasil para outros mercados da América do Sul.

      E o resultado foi fantástico, com aumento logo no primeiro ano de 102%.

      A melhor coisa que pode acontecer com a VW BRasil é ser uma forte exportadora, pois podem manter suas fábricas operando em nível máximo. E além disso, dilui custos e aumenta a escala, com economias de escala e de escopo.

      E mais que isso, mostra que o Brasil pode ser sim competitivo em manufatura de carros.

      Então, isso que a VW fez de ser líder disparada em exportações, não é algo que se consegue de um dia para a noite. Precisa de produto classe mundial, precisa de processos, controle de qualidade e produção de 1º linha.

      Então, não. Isso não é uma decisão "tática" ou emergencial. Faz parte de uma estratégia empresarial de longo prazo.

      Excluir
  6. Com certeza... Só vale lembrar que não estamos rodando em carga maxima alias essa semana toda que passou mesmo não produziu, e a ford deve subir tambem no numero de exportacoes pois ela só tinha duas fabricas de caminhoes no mundo em sbc e na turquia e a da turquia foi fechada este mês e deve ser passada uma parte da produção pra Sbc

    ResponderExcluir
  7. Essas noticias sem fonte como sempre...

    ResponderExcluir
  8. E nós com isso? Pensei que o importante era fazerem bons carros. Mas pelo que disse o importante é lucrar. Dane-se qual marca vende menos ou mais. Tem que ter é concorrência acirrada, assim os preços baixam e a qualidade aumenta. Se uma única empresa dominar o mercado estamos perdidos. Por muitos anos só tinhamos a opção de fiat ford e vw, com a autolatina então era pior porque no fim eram apenas duas opções de produtos. Nosso mercado é ridículo. Até o da Argentina é mais interessante, maior oferta de motorização, carros atualizados muito antes do que no Brasil e tem MUITOS modelos que nem temos acesso. Isso de defender marca é coisa de doente mental alienado ou funcionário puxa saco. Já tive fiat, ford, vw, chevrolet, citroen e hoje tenho peugeot. Não defendo NENHUMA! Todas tem carros com qualidades e defeitos.

    ResponderExcluir
  9. "Com fábricas ociosas, Brasil mira exportação de veículos"
    http://g1.globo.com/carros/noticia/com-fabricas-ociosas-brasil-mira-exportacao-de-veiculos-mas-faltam-acordos.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=carros

    ResponderExcluir

Comentários que contenham palavras de baixo calão (palavrões),conteúdo ofensivo, racista ou homofóbico serão apagados sem prévio aviso.