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Honda City EXL 2016: test-drive, preço, consumo - vídeo

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O Honda City é um veículo que se insere na categoria de sedã médio-compacto, sendo vendido no Brasil em quatro versões de acabamento - DX, LX, EX e EXL (detalhes aqui) - com preços variando entre R$ 53.900, pedidos pela configuração de acesso, DX com transmissão manual, a R$ 71.890 do topo de linha, EXL com pintura metálica objeto desta avaliação.

Honda City EXL 2016

A atual geração do Honda City chegou ao mercado no segundo semestre de 2015, mantendo o mesmo motor 1.5 16V, mas com tecnologia FlexOne (dispensa o sub-tanque auxiliar de gasolina) e trocando a transmissão automática de quatro marchas por uma caixa mais moderna, CVT - continuamente variável -, que permite até sete velocidades simuladas e trocas sequenciais através de seletores de troca atrás do volante.

Honda City EXL 2016

Além disso, o City cresceu em todas dimensões, aproximando seu porte da categoria de sedãs médios com seu comprimento de 4,455 metros e distância entre-eixos de 2,60 metros. Some-se a isso uma largura de 1,695 metros e têm-se um interior que, a exemplo do que ocorre com o Fit (veja detalhes aqui), impressiona pela disponibilidade de espaço interno.

Honda City EXL 2016 - espaço traseiro

A parte traseira da cabine permite acomodar adultos de estatura elevada com folga para os joelhos. Entretanto, em termos de espaço vertical, este sedã ainda fica devendo para o Fit. O vídeo a seguir traz detalhes internos e externos do veículo.



O porta-malas é outro ponto surpreendente, com 536 litros e fundo plano, sendo quase 50 litros maior que o do seu irmão maior, o Honda Civic (que oferece 490 litros).

Honda City EXL 2016 - porta-malas

O "milagre" decorre do fato de o City adotar um esquema de suspensão traseira mais simples, semi-independente por eixo de torção, enquanto o Civic emprega um sistema independente multi-link - superior em termos de dinâmicos, mas que cobra seu preço em redução de volume útil.

Honda City EXL 2016 - acabamento interno

O acabamento interno, por sua vez, traz alguns avanços em relação ao Fit, especialmente nesta versão EXL, topo de linha, que traz o ar-condicionado de comando digital automático, com zona única de climatização e comando touch-screen - o mesmo empregado no Honda HR-V topo de gama.

Honda City EXL 2016 - painel

No que respeita aos itens de série, este modelo traz rodas de liga-leve, volante com ajuste de profundidade, sistema de som com tela de 5 polegadas, conectividade Bluetooth/USB (o sistema de navegação por GPS é vendido como acessório nas concessionárias), bancos e volante revestidos em couro, comandos multifuncionais, piloto automático e a opção "S" da transmissão, que habilita as trocas de marchas por meio dos shift paddles.

Honda City EXL 2016 - interior

Já no quesito segurança o Honda FIT EXL traz quatro airbags (2 frontais e 2 laterais, para motorista e passageiro), freios ABS (anti-travamento) com EBD (distribuição eletrônica de frenagem). E ganchos ISOFIX para a ancoragem de cadeirinhas infantis.

Desempenho e consumo

O Honda City não nega seu parentesco com o Honda Fit: a posição de dirigir, ergonomia e sensações transmitidas no passeio idênticas às oferecidas pelo irmão menor. O motor de 115 cavalos e 15,2 Kgfm de torque, com transmissão CVT, acelera os 1.200 Kg do City de 0 a 100 Km/h em 11,7 segundos - 8 décimos mais lento que o monovolume.

Honda City EXL 2016

O consumo está no mesmo nível do Fit, com o carro tendo sido classificado com nota "A" pelo CONPET e apresentando os seguintes indicadores.
  • Consumo de etanol: 8,5 Km/l em cidade e 10,3 Km/l em estrada
  • Consumo de gasolina: 12,3 Km/l em cidade e 14,5 Km/l em estrada
Comportamento dinâmico

O Honda City EXL 2016 tem basicamente o mesmo comportamento do Fit, caracterizado pela facilidade de condução, direção extremamente leve e suavidade no funcionando da transmissão.

Honda City EXL 2016

Entretanto, nota-se claramente um menor refinamento em termos de passeio quando comparado ao sedã maior da Honda, o Civic. O Civic é mais silencioso, mais suave e se mostra um carro mais "denso", com rodar mais sólido e suspensão que filtra bem mais as irregularidades da pista.

Honda City EXL 2016

O resultado, como não poderia deixar de ser, já que o City é de categoria (inclusive de preço) inferior, é que este sedã menor pula e vibra mais que o Civic, e isso é bastante notável quando se migra de um para o outro.

Conclusão

O Honda City é o sedã da categoria "médio compacto" mais vendido do mercado brasileiro, tendo emplacado neste ano de 2015 mais de 17.700 unidades (menos, porém, que as 23.090 do Civic).

Honda City EXL 2016

Essa performance de vendas resulta de uma combinação de confiabilidade mecânica, facilidade de condução e boa lista de itens de conforto.

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30 comentários:

  1. Andar com esses carros da Honda, tipo Fit e City, é como fazer sexo com a Madre Tereza de Calcutá. É possível? Tecnicamente, sim, mas não haverá prazer algum.
    Carros totalmente utilitaristas...

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    1. Ao contrário do prazer de dirigir que um câmbio iMotion proporciona.

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    2. Imagino que dirigir um Jetta com 120 cv e acabamento padrão Fox não muito melhor.

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  2. Caixa automática de 4 marchas? Errado. Era de 5.

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  3. Não entendo onde consegue ver algo de BOM NESTE CARRINHO!

    VÁ DE FOCUS FASTBACH 2016 e veja o que é CARRO DE VERDADE!!!

    O RESTANTE É RESTO.....NADA MAIS......

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    1. O tiozão acha que carro é Focus FASTBACH e o resto é resto hehehe. Mundinho limitado de se contentar com um carro argentino todo torto de 69 mil e ainda passar a vergonha de dizer que o resto é resto, hem?

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    2. Focus FASTBACH seria uma série especial do carro da Ford com alguns allegros compostos por Bach carregados na CMM? hahaha

      Brincadeiras a parte, sem dúvida o sedan da Ford seria uma boa alternativa, mas o City, além de 10% mais barato, é mais econômico, tem mais espaço interno e porta malas maior. E tem a questão da confiabilidade e da assistência técnica, muito melhor no caso da Honda.

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  4. eita que o povo hoje ta de ovo virado, tam bem nao gosto desse carro mas a madre teresa merece o nosso respeito.

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  5. eita que o povo hoje ta de ovo virado, tam bem nao gosto desse carro mas a madre teresa merece o nosso respeito.

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  6. Mimimo eterno em qualquer post de Fit e City: não vale o que cobra, blá blá blá. O engraçado é que ninguém vê os compradores de Honda tentando convencer ninguém de que Honda é a melhor compra: eles estão ocupados sentindo satisfação com os próprios carros.

    Já os outros sentem a eterna necessidade de cagar regra na compra alheia e tentar convencer o resto do mundo (ou a si mesmos?) de que adquiriram coisa melhor.

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    1. Exatamente. O mesmo ocorre com a Toyota. Os concorrentes são bom para quem olha, a Honda e Toyota são bons para quem tem.

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    2. Toyota e Honda são carros japoneses e dispensam comentários, tanto é que oficinas mecânicas odeiam essas marcas pq não dão lucros pra eles, pois é raro quebrar.

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    3. Toyota e Honda são carros japoneses e dispensam comentários, tanto é que oficinas mecânicas odeiam essas marcas pq não dão lucros pra eles, pois é raro quebrar.

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  7. É um bom carro. Um pouco caro, mas também não tem concorrente. A Honda poderia aproveitar a oportunidade para vender mais. O que atrapalha as vendas do City é o motor um pouco fraco para um sedan que possui 500 L de porta-malas. Se colocar 4 pessoas e encher o porta-malas, o motor sofre um pouco devido ao baixo torque para o peso do veículo (~74 kg/kgfm). Merecia um motor com mais torque, como por exemplo o 1.8 do Civic. Isso reduziria a relação peso/torque para ~64 kg/kgfm o que deixaria o carro mais esperto e não sofreria com o porta-malas cheio.

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    1. Concordo, eles deveriam oferecer a versão 1.8. Mas pra alguns consumidores a 1.5 é mais interessante. Minha mãe tem o EXL e anda sozinha 100% do tempo. 100% mesmo, pois quando sai com meu pai, saem no carro dele. Filhos já adultos. Então pra ela o 1.5 é ideal.

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    2. Ah, e a Honda não tem como vender mais enquanto não inaugurar a fábrica nova. Por hora eles escolheram se concentrar no HR-V, que dá mais lucro.

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  8. Quem compra um carro deste é de uma pessima escolha, carro bem basicao, nao tem controle de traçao e estabilidade e ainda cobrar uma furtuna.

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  9. Péssima escolha não é só pagar caro (algo inevitável no nosso mercado) e não ter controle de estabilidade (que alguns carros mais caros também não têm).
    Péssima escolha é comprar um carro e depois passar raiva quando precisa levá-lo à revisão semestral, é passar vergonha quando se quer vendê-lo e ninguém quer comprar, é querer incendiá-lo quando apresenta um problema crônico e as css só empurram a situação com a barriga, etc. E nesses pontos, os honda são melhores do que a concorrência.

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  10. Nesse segmento o City é a melhor escolha, disparado.
    Qual a outra opção? New Fiesta Sedan? Aquele que tem petição pública de quase 2.000 proprietários com problemas no câmbio Powershift?
    http://www.peticaopublica.com.br/viewsignatures.aspx?pi=P2013N44036
    E que tem menos espaço na traseira que o Up!?
    https://carlos4carros.wordpress.com/2015/08/19/volkswagen-up-tem-mais-espaco-traseiro-que-o-new-fiesta-sedan/
    Então, City é sim o melhor. Desempenho correto. Transmissão e transmissão confiabilíssima. E espaço..muito espaço.

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  11. Acredito que o honda city seja uma boa opção nas versões mais básicas, visto que seus concorrentes (cobalt, grand siena, versa, etios) custam menos porém possuem pior acabamento e mecânica inferior. Porém nas versões mais caras, acho mais negócio um sedan médio de outra marca ou até mesmo o civic com câmbio manual.

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    1. Lucas, o hb20 não tem pior acabamento, tem motor superior, tem agora um câmbio automático de seis marchas contra cinco, é mais equipado, custa menos e tem cinco anos de garantia, com revisões baratas.

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    2. Complementando, o city é completamente pelado e caro demais, agora a versão top do hb20 ao menos oferece quatro airbags, e custa bem menos do que o city top que continua pelado e custa caríssimo.

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  12. Tenho um exl, que comprei em out de 2015. O carro foi caro e não é um foguete. Mas eu não tenho hábito de correr ou fazer ultrapassagens perigosas e o carro é confortável e muito econômico. Já fiz 21.3 km\ l a 80 km/h por 34 km percorridos ( da ponte Rio- Niteroi até o começo da serra de Petrópolis). Não tenho problemas com o câmbio Cvt, no que tange o uso e adaptação. A questão é que não existem concorrentes de qualidade no país. Cruze tem motor beberrão, o jetta tem um motor antiquado, hn20 sedan possui 4 marchas at, o fiesta sedan tem o problemático powershift,o civic mudará em 2016 ( um dos motivos que não o comprei) ,Toyota gl não tem itens de série que justifiquem o valor, cobalt é beberrão, etc,etc. A questão não é debater e defender qual o melhor carro,mas sim termos conhecimento adequado para escolher o melhor veículo dentro das opções existentes, poder de

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    1. Outubro de 2015? Como fez isso?

      O City é caro justamente por não ter concorrentes. A Toyota e a VW estão marcando bobeira, pois possuem bons concorrentes: Vios e Vento (Pólo Sedan), mas não trazem para o Brasil. Na Índia o Vento ainda tem a opção de vir com motor 1.2 TSi que é muito econômico e possui maior torque.

      http://www.toyota.com.my/vios/

      http://www.volkswagen.co.in/en/models/vento/variants.html

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  13. ...compra e necessidades de utilização de cada um de nós.

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  14. Um detalhe: o City EXL tem 1.137Kg em ordem de marcha e não os 1.200kg apresentados no texto.

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  15. Acabei de comprar um City EX 2016. Gostei demais! Chique! Vou pegar na 4ª Feira e viajar.....
    Chega de chevrolet Cobalt LTZ 1.8 Aut. Deu problemas de engate em velocidade a 5000 giros!
    Afinal é um Honda 2016 em lançamento! Minha esposa adorou!

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    1. Amigo nessas alturas do campeonato o city é bom mesmo ou não?

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  16. Acabei de comprar um City EX 2016. Gostei demais! Chique! Vou pegar na 4ª Feira e viajar.....
    Chega de chevrolet Cobalt LTZ 1.8 Aut. Deu problemas de engate em velocidade a 5000 giros!
    Afinal é um Honda 2016 em lançamento! Minha esposa adorou!

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  17. Quero pagar pra ver, sou representante e sempre tive gol, um ótimo carro ,sem muito conforto pelo muito tempo que passo dirigindo, me chamou a atenção o consumo e conforto sendo que o city DX básico tem o mesmo valor VW

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