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Vídeo: teste-drive do VW Golf GTE híbrido em Brasília

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Os carros híbridos plug-in são, pelo menos teoricamente, projetados para oferecer todos os benefícios de um carro elétrico com quase nenhuma das desvantagens. Carregue-os e eles o transportarão com energia elétrica pura da bateria, mas também há um motor a gasolina sob o capô para mantê-lo em funcionamento quando as baterias estiverem descarregadas. Isso faz do VW Golf GTE uma proposta muito mais realista para muitos compradores do que os carros elétricos, e que propiciam uma experiência de condução elétrica verdadeira que os híbridos convencionais não são capazes de entregar.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

A Volkswagen aponta que o Golf GTE tem uma autonomia elétrica pura máximo de 49 km. Mas na realidade é possível percorrer um pouco mais de 30 quilômetros antes que o motor a gasolina entre em funcionamento. Pode parecer pouco, mas é ao menos 10 vezes mais que o oferecido pelo Corolla Hybrid em modo exclusivamente elétrico.


Comportamento dinâmico

Você pode andar com o Golf GTE em um dos quatro modos: elétrico puro, híbrido, GTE e 'carga da bateria'. No modo elétrico puro, ele se comporta como o carri totalmente elétrico, de modo que o motor a gasolina permanece desligado e há um fluxo de energia contínuo e quase silencioso no instante em que você pressiona o pedal do acelerador. O desempenho é mais do que suficiente para andar em cidade.



Com uma bateria totalmente carregada (que leva de 3 a 4 horas a partir de uma tomada doméstica de 220V), espere cerca de 32 quilômetros nas ruas antes que as baterias acabem. Se usar muito o ar-condicionado, a autonomia se reduz.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

Na maioria das vezes, é melhor operar no modo híbrido, com o motor a gasolina de 1,4 litros sendo assistido por um motor elétrico para melhorar o desempenho e ajudar a proporcionar uma boa economia de combustível. Como nos melhores híbridos de plug-in, há uma transição perfeita entre gasolina e energia elétrica, para que você mal possa detectar qual está fazendo a maior parte do trabalho.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

Nessa situação, a INMETRO aponta um consumo em cidade de 32 Km/l, enquanto em estrada ele cai para 30 Km/l. Em caso de cidades não tão acidentadas, como em Brasília, a média pode cair para cerca de 24 km/l - o que ainda assim é um resultado excepcional.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

Apesar do peso extra das baterias, o GTE pode ser quase tão rápido quanto um Golf GTI. No modo GTE, 0-100 km/h leva apenas 7,6 segundos e a aceleração parece particularmente urgente abaixo de 50 km/h, graças ao impacto do motor elétrico. Como alternativa, mude para o modo 'carga da bateria' e o motor a gasolina começa a funcionar como um gerador, recarregando a bateria para oferecer a opção de funcionar no modo elétrico puro sem conectar o carro.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

A dirigibilidade no Golf é sempre inspiradora e segura; sob muitos aspectos, o GTE se parece muito com um Golf a gasolina, apesar de pesar um pouco mais. A suspensão absorve todos as irregularidades de pisos e ondulações com facilidade. É interessante notar que o Golf GTE usa um sistema de suspensão traseira do tipo eixo de torção - enquanto o Golf GTE usa o multilink.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

Assim, não espere que o GTE seja tão esportivo como um Golf GTI. Pode ser divertido em uma linha reta, mas não tem a mesma nitidez de direção ou dirigibilidade para realmente colocar um sorriso em seu rosto.

Interior

Pense no Golf GTI e você não está muito longe do que encontra no GTE. Isso significa assentos de tartan que abraçam e o mesmo volante esportivo do GTI. Existem várias distinções: o acabamento vermelho no GTI fica azul no GTE. Você também terá uma tela e funções exclusivas no painel de instrumentos atrás do volante, mostrando a autonomia restante da bateria e informando qual das duas fontes de energia está operando.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

O interior do GTE é conservador e o painel é organizado de maneira lógica que facilita o uso - assim como em qualquer outro Golf. O sistema de informação e entretenimento tem navegação integrada e capacidade de entender gestos.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

O tanque de gasolina é posicionado diretamente sob o piso elevado do porta-malas, o que significa que este Golf não tem estepe. E também não há pneus run-flat. Há um sistema de reparo dos pneus que permite rodar com o carro por 10 km, no caso de furo. O tanque de combustível é um pouco menor, com 43 litros.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

O espaço sob os bancos traseiros do GTE é ocupado pelas baterias, então você também não pode deixar os bancos abaixados. No entanto, em outros aspectos, o GTE é tão espaçoso e prático quanto um Golf a gasolina, o que significa até 3 adultos podem andar confortavelmente na traseira e até mesmo pilotos realmente altos terão muito espaço na frente.

Preços

O VW Golf GTE custa R$ 199.990 reais, é muito econômico, e pode lhe render uma experiência de uso de um carro elétrico, sem precisar se preocupar com carga, já que há também um motor a gasolina. Em cidades como São Paulo, no qual carros híbridos são liberados do rodízio, ele faz mais sentido que em Brasília com sua topografia plana.

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

Se você roda menos de 40 km por dia, e pode instalar uma tomada de 220V na sua garagem, a recarga da bateria lhe custará R$ 5 reais - ou seja, com o preço de 1 litro de gasolina, roda-se 4 vezes mais em modo elétrico - é uma grande economia.

Conclusão

 VW Golf GTE híbrido em Brasília

O Golf GTE é um carro muito agradável. Esportivo em modo GTE, mas silencioso e suave em modo elétrico. Tem um ar high-tech impressionante, é quase tão divertido de dirigir quanto um GTI.

39 comentários:

  1. Mes de Bandeira Vermelha na Conta de Luz vai ser 5 Reais?

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    1. Aonde tu tá vendo rodas 15? Coloca óculos,essa rodas são mínimo 17

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    2. Aro 16 mas e pq o papel do carro e conforto e eficiencia.

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    3. Manolo tentando defender a amada, vai lá e compra um para ajudar.

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    4. banco parece a cortina da minha vó

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  3. Bolt 100% elétrico 175, muito mais tecnológico, é neste ponto que a VW pisa na bola, lança um produto legal mas com preço extremamente alto, outro mico

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  4. Noticia do Golf mal tem 10 comentarios. Ja quando é noticia de Onix beira os 200 ou mais comentarios.

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    1. Fanboy, pois carro híbrido plug in é furada para qualquer consumidor...
      Se precisa de tomada, que seja logo 100% elétrico!

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  6. Golf de 200 mil com partida na chave? Tá certo isso?

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    1. Pois é... e eu jurava que carro elétrico era sinônimo de tecnologia embarcada.

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  7. Enquanto isso Corolla híbrido com fila de espera por 130k...

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  8. isso é pra rico. compra QUEM PODE ...quem não pode vai de vovorolla

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  9. A solução de futuro pro Brasil é o hybrid plugin e a VWB está no caminho certo. O que não me agrada neste GTE G7 é solução para os pneus com kit reparador de furo para 10 km. No meu trajeto eu preciso rodar 70 km pra encontrar um borracheiro. Espero que o Golf G8 venha com pneus runflat ou pneu emergencial reserva. A solução atual é ridícula e eu não colocaria o pé na estrada com um kit reparo que aguenta 10 km. Lamentável.

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    1. Sem estepe? No Brasil? Bahhhhh ferrou

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    2. Para o Brasil sem estepe e como enterrar a pífias vendas do modelo. Brasileiro odeia não poder ter estepe

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    3. onde descobriu esta informação dos 10km? e sabe o preço da bateria?

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    4. Fake do blog vomitando bobagem... pelo menos é engraçado ler isso!

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  10. Carro antiquado para o Brasil. Quem vai querer conectar na tomada um carro híbrido vc precisa de uma tomada e um posto de combustível. Só incômodo melhor sistema híbrido e oque funciona sozinho como o do Corolla. E um incômodo ter que encher o tanque e ainda plugar o carro na tomada. Se pra encher o tanque tem milhões de opções melhores por 200k. E se não quer encher o tanque tem opções melhores todas elétricas por 200k então mais uma vez a vw não sabe precificar seus carros no Brasil. Esse golf não vai vender nada é vai fazer história enterrando a era do golf no Brasil. Parabéns a vw ensinando como matar definitivamente um ótimo carro.

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  11. Esse Golf GTE é mais um best seller da VW que a leverá ao seu lugar certo, a liderança e hegemonia no mercado automotivo brasileiro.
    Trata-se de um verdadeiro case de sucesso, tendo em vista que foi lançado em 11 de novembro e já foram vendidas 6 FUCKING UNIDADES... Isso já somados aos GTI's que ainda habitam os pátios procurando um dono e aos usados na frota de imprensa e test drive.
    A VW realmente saber vender carros, mas sua especialidade no mercado brasileiro é o Golf. Isto é Das auto.

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    1. Ual 6 fucking unidades a vw é um mostro em vendas

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    2. A Toyota é que não sabe mesmo fazer carros híbridos enquanto a vw vende 6 fuking unidades os 6 fuking donos do golf já podem andar por aí. Agora a Toyota olha só tem milhares de clientes irritados esperando na fila pelo corola que nem precisam por na tomada que absurdo. Fico imaginando quando os fuking donos do golf estiverem em uma rodovia podem parar nos milhares de pontos de recarga pra plugarem seus carros e tomarem um café de horas mas os donos do vovorola não terão tempo pro café que coisa não desrespeito com consumidor essa Toyota

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  12. E esse Golf qual a previsão de vendas mensais? 6 mil tbm ?

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  13. 200 pila num carro que terei que abastecer no posto de combustível e na tomada elétrica, que se furar o pneu terei que encontrar um borracheiro num raio de 10 km. Capaz...

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  14. Vamos aos fatos:

    1) É um Golf Alemão. Logo, é um dos carros com melhor conjunto de recursos, nível de acabamento, segurança e dirigibilidade do mundo. Do Brasil então, é um carro sem comparação.

    2) As vendas de GTE e do restinho de GTI serão pífias. Não por que o carro não merece, mas por que a VW brasil fez de tudo para prejudicar o Golf desde 2014. Hoje é uma opção que o mercado não considera um bom negócio, com risco de durabilidade e manutenção. A chance maior é de serem impecáveis, mas...

    3) Então, se o Golf tivesse hoje às vendas de um Corolla, por exemplo, com milhares de consultas todos os meses, com milhares de Golf pelas ruas, com milhares de clientes e possíveis recompras, a divulgação do GTE seria muito maior, podendo até ser vendido pelos astronômicos 200 mil. Mas nada disso existe. Os milhares viraram dezenas e nos últimos meses, nem isso.

    4) Logo, esse GTE por 200 mil deveria ter, pelo menos, 70 mil de subsídio para ponderar esse histórico falho e ter preço para concorrer com Corolla e SUV. Por 200 mil, com esse histórico, mesmo sendo um Golf Alemão, será um mero figurante, nas ruas apenas por diretores da VW ou donos de concessionária. Enquanto isso, Corolla Híbrido, com freio manual e central adaptada, mesmo custando caros 130 mil, venderá aos montes. Mais um fracasso para a conta da VW brasil.

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    1. Essa queima de estoque alemã poderia ter sido oferecida por 130k sem subsídios.

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  15. Coitado de quem comprar e precisar acionar o pós venda, quantas pessoas no Brasil serão qualificadas para reparar essas 100 míseras unidades?

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  16. Primeiro carro híbrido/elétrico que não tem partida por botão...
    Você compra um Golf super moderno de 200 mil, híbrido e tal, mas terá a chave e a manira de dar partida muito semelhante a um Gol de 40 mil.
    Tem coisas que só a VW faz por você...
    E as fangirls VW caíram em cima da Toyota porque trouxe o Corolla com freio de mão por alavanca, coisa que é comum no seguimento...
    Agora vem a VW e traz um carro híbrido de 200 mil (Corolla custa 75 mil a menos) com partida na chave? Piada.

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    1. Típico comentário de quem é hater e nunca teve um carro com auto-hold (freio de estacionamento eletrônico, caso não saiba...).

      Enfim, claro, é um recurso até que básico. Deveria ter.
      Mas é infinitamente maior o conforto, o ganho de espaço e sofisticação de um auto-hold perante uma partida por botão. Melhor seria ter os 2, óbvio.

      Mas achar que a alavanca anos 50, que toma espaço, atrapalha, faz barulho, toma tempo e trava uma operação mais prática, enfim, achar que é um recurso superior ao auto-hold, prova que não entende nada de carro, virando, assim, a verdadeira fangirl da história.

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    2. Freio de mão manual é super justificável no seguimento de sedans médios, tendo em vista que alguns ainda usam. Aos que tem, meus parabéns, é um diferencial ao seguimento.
      Mas, um carro de 200 mil tido como tecnológico e não vir com um simples sistema de keyless que até Onix e Polo de 70 mil dispõem é completamente ridículo. Golf GTE tinha obrigação em ter isso. Corolla não tinha obrigação de ter freio de mão eletrônico.


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  17. É muito mais negócio economizar 15 mil e comprar uma RAV4 por 185 mil, que tem mais espaço interno, é alta, tem tração integral, tem 580 litros de porta malas (GTE tem ridículos 272 litros), tem chave presencial, tem alerta de mudança de faixa, tem assistente de permanência em faixa (faltas injustificáveis no Golf, um carro de 200 mil), tem banco do motorista elétrico, com ventilação e bancos em couro e tem carregamento por indução.
    Como pode o carro ser superior em tudo e ainda ser mais barato?

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