O mercado automotivo europeu aponta para uma consolidação definitiva dos SUVs como a principal força de vendas em 2025. O movimento sinaliza uma mudança estrutural que dita o ritmo dos futuros lançamentos globais, inclusive para o mercado brasileiro.
De acordo com dados da consultoria Dataforce, o segmento de SUVs médios (conhecidos na Europa como compact SUVs) alcançou uma participação de 20% no total de emplacamentos no último ano, somando 2,4 milhões de unidades.
Esse fenômeno reflete a decisão estratégica das montadoras de priorizar modelos com maior margem de lucro e valor agregado, política que também tem sido aplicada pelas fabricantes no Brasil.
Fragmentação do mercado e marcas chinesas
No ranking geral dos dez modelos mais vendidos do continente, o Volkswagen Tiguan foi o único representante desta categoria a figurar na lista.
O modelo da marca alemã resiste à forte fragmentação do setor, que viu o avanço impulsionado pela ampliação da oferta de novos produtos, como o Skoda Elroq e o Dacia Bigster.
A força dos elétricos e o fator Tayron
O segmento de SUVs de grande porte cresceu 23%, ultrapassando 1 milhão de unidades. Nesta categoria, a eletrificação é acelerada: 45% das vendas já correspondem a veículos 100% elétricos. O Tesla Model Y permanece na liderança do nicho, acompanhado por novos concorrentes como o BYD Seal U e o Volkswagen Tayron, modelo que sucederá o Tiguan Allspace globalmente.
Outro fator determinante para o domínio dos SUVs na Europa é a expansão das fabricantes chinesas. Marcas como MG, Jaecoo e Omoda — que já iniciaram ou planejam operações no Brasil — ganharam espaço com os modelos HS, 7 e 5, respectivamente. A estratégia de oferecer tecnologia em pacotes competitivos tem sido a ferramenta dessas marcas para desafiar as fabricantes tradicionais europeias.
Contrastes regionais
A preferência por SUVs não é uniforme em todo o continente. No Reino Unido e no Norte da Europa, os SUVs médios lideram. Já na Espanha, Portugal e Itália, a liderança de mercado fica com os SUVs compactos (de entrada). A França permanece como o único grande mercado onde os hatchbacks tradicionais ainda preservam a maioria das vendas.
Declínio de formatos tradicionais
A ascensão dos SUVs ocorre em detrimento dos formatos tradicionais de carroceria. As vendas de hatchbacks e sedãs compactos recuaram 16% em 2025. O recuo também foi sentido em segmentos premium e de luxo, com quedas de dois dígitos em modelos sedãs, confirmando uma mudança no perfil de consumo global que dita o ritmo dos lançamentos para mercados como o Brasil.
Fonte: Auto News








O rei das locadoras na Europa!
ResponderExcluircopiou descaradamente a traseira do Creta, só pq o Creta é o mais vendido do Brasil no varejo
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T|otal relicho. Tera veio muito depoiis.
ExcluirT-crosão
ResponderExcluirSó assim pra salvar, porque a Audi tá indo pro buraco.
ResponderExcluirPode inventar a historinha que for, as vendas de 2026 serão uma clara definição do que virá pela frente
Audi indo para o "buraco" e investindo bilhões na F1?
Excluirhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEIGDaLnNGUzJhyphenhyphen4ObGRCw4l4p4DbCG1N-usWflROjavJyA1_4EdN9sTgKAR2n7tfOd-K5rnFmM9raWY_ZXIKBmCOGkzPHN9IiTXpkFGVyNVQFG22ch2M5C0MEdTWchs1eFEcJ-fq27JdcckFzDQDAtrKxb65SWB9LfBRQgxha1trfXsDaPSbVjpb5rtPv/s600-rw/Audi-Revolut-F1-Team%20%2819%29.jpg
Que mundo vive?
RIP VW
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