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Chery pode abandonar segmento de entrada e priorizar SUV

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A Chery do Brasil estaria abandonando o segmento de entrada no mercado brasileiro, para se concentrar na venda de SUV, segundo informações veiculadas pelo blog "O Mundo em Movimento", do jornalista Joel Leite.


Nesse contexto, a marca deixaria de oferecer os modelos QQ e Celer, e concentraria sua atuação em modelos de segmento superior, como o Tiggo em suas múltiplas versões.



Segundo tais informações, a Chery entende que terá maiores chances de sucesso, já que o segmento de SUV´s tem maior demanda do consumidor.


Hoje a empresa oferece no mercado o SUV Tiggo, que vendeu apenas 17 unidades este ano de 2017. Já o Celer Hatch e Sedã, que são os compactos, emplacaram 70 unidades e 44 unidades, respectivamente. Já o sub-compacto QQ teve 88 unidades vendidas no ano.


A Chery anunciou no Salão de São Paulo que lançaria neste primeiro semestre de 2017 o Tiggo 2, SUV compacto da categoria do EcoSport (cujas imagens ilustram este artigo), e se enquadraria no segmento mais quente do mercado brasileiro.


Recentemente a Chery vinha negociando uma parceria comercial com a CAOA, mas as negociações não avançaram.

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24 comentários:

  1. 0 qq quando importado vendia mais, o cartel brasileiro não permite que essas empresas vendamseus produtos por preço q acharem melhor

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  2. Se não investir em propaganda, vai continuar sem vender nada.

    Tem q patrocinar algum grande clube de futebol, colocar propaganda em rede nacional, a chery tem q se mexer rápido.
    Eu ainda quero ter um chery.

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  3. Não vejo esse Tiggo 2 na mesma categoria do Eco, e sim de Sandero Stepway, HB20 X e Etios Cross, e agora também do WR-V da Honda (que é bem feinho diga-sede passagem). E sobre abandonar o segmento de entrada é e não é um acerto, seria mais acertado se não tivesse entrado nestes segmentos, mas agora é o que resta. E o Celer em especial com pequenas alterações mecânicas e um interior inspirado nos novos modelos com a central e comandos no volante poderia vender bem até uma faixa dos 45 mil reais.

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  4. É uma ideia inteligente,visto quê agora o quê tá fazendo sucesso são suvs,porém ela vai ter quê ralar peito pra entrar no segmento,HR-V e renegade quê o digam ;)

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  5. Nao faz sentido isso no que tange a custos fixos da planta. Esmonque nao tenha foco no BR, ela poderia exportar, mantendo a linha de montagem mais usada ou menos ociosa e diluindo mais seus custos. Se ela fizer isso, so sera mais um erro somado aos demais como falta de marketing.

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    1. Não, vide que o foco global da marca agora é este, foco nos SUV's e modelos mais carros como a linha Arrizo de sedãs ... e em diversos mercados ela já tem boa participação com tais modelos, seria a saída para a fábrica aqui, montar e exportar os SUV's e sedãs para os países vizinhos.

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  6. Está certa, nos populares as margens das nacionais são menores, pois vendem muita quantidade, fica difícil para as chinesas competirem em preço (tem que ser muito tranqueira, como os QQ).

    Nos SUVs é mais fácil, as margens são gordas e os produtos não são tão completos, dá para as chinesas competirem em preço (vide JAC T5 e Lifan X60, carros chineses mais vendidos no BR).

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    1. Já dirigiu o QQ, para achar uma tranqueira. Você é mais um como tantos outros que falam por terem ouvido dizer. É mais um que paga uma exorbitância em um carro pelado e acha que fez um baita negócio. Eu venci meu preconceito e tenho um Celer sedan ACT 16/16 adquirido em agosto/2016 e que agora está com 11.000Km e não tenho nada a reclamar do carro é um veículo excelente tanto no trânsito urbano quanto nas estradas.
      Acho sim que é uma marca muito injustiçada e que sofre pelo simples preconceito da mentalidade tacanha do brasileiro que se justifica em pagar um preço astronômico por um carro 1.0 e pelado por conta de "mercado". O Celer é muito mais carro. Assim como o QQ. Está semana ultrapassei um Mobi na estrada com uma família de cinco pessoas e atracados com as bagagens dentro do carro. Pelo preço deste veículo eles adquiriam o Celer completíssimo de fábrica e com muito mais motor.
      O Celer tem motor austríaco e design italiano. Em suma: o Celer é europeu, mas montado por uma montadora chinesa. E que agora é montado no Brasil, por brasileiros e com peças nacionais.
      Experimente os carros assim como eu fiz, antes de falar. Tenha suas próprias conclusões não use a dos outros.

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    2. Eu tenho uma conhecida que tem um Chery Face desde que fora lançado no Brasil. Ela só tem elogios ao carro, e já passou dos 80.000 km. Na Internet já vi vários relatos de pessoas elogiando o Qq e o Celer. Pelo que acompanho o Cielo era ruim, por isso saiu de linha apesar de ser lindo. Porém, a rede de distribuição da Chery é muito fraca, tanto em capilaridade quanto em preparação técnica dos funcionários.

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    3. Cada comentário idiota nesse blog. Arrggg

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  7. Quem comprou Celer, QQ, face, com esta mudança de planos vai passar adiante estes carros para quem?

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    1. Pois é... Perde-se a confiança deste segmento para conquistar outro (SUV), o problema é quando se perde a confiança, seja lá qual for o segmento, a imagem dá marca vai pro ralo.

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    2. É simples, basta perguntar pros proprietários de Sonic, Agile, entre outros que foram descontinuados.

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    3. Quem comprou assumiu o risco da aventura e agora vai pagar o preço. Carro chinês é isso, pura incerteza e garantia de baixa qualidade.

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    4. Calma brother...isso é um especulação ! Falavam tbm que a Chery iria se juntar ao grupo Caoa , isso aconteceu ??? Entre rumores e concretização das notícias existe um intervalo .
      E pra fechar , achei um erro grotesco nesta reportagem mencionada pelo Car Blog (O Mundo em Movimento).
      Lá o Jornalista mencionou que o carro mais vendido da Chery é o Tiggo, errou. Na verdade é justamente o contrário...o Tiggo é o menos vendido!
      Para mim ficou comprometida a credibilidade ...até que ponto as informações são verdadeiras e corretas .

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  8. "Deixaria de oferecer os modelos QQ e Celer". Com o isso perde o quase nada de credibilidade que tinha. Deve avisar a Chery que o SUV serão mais caros e vai vim sempre aquela pergunta: será loucura minha pagar 70 em um Chery, quanto valerá daqui a 2 anos?

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    1. Pode ser uma tranqueira, mas o Renault Kwid com apelo SUV, será um concorrente de uma categoria inferior, mas será de marca reconhecida e muito provavelmente mais barato.

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  9. Esse números estão corretos ? O QQ vendeu somente 88 unidades no Brasil inteiro ?

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  10. Se esta notícia é verdade, porque a Chery apresentou o Arizo junto com o Tiggo??? Não faz sentido.

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  11. O pessoal fala muita besteira! Eu comprei um Tiggo, rodo 120km por dia há dois anos, o carro é maravilhoso! Super confortável, econômico, nunca me deu problemas. Tenho certeza que vou troca-lo por outro Tiggo, pois não aceito mais pagar uma fortuna por carros com desempenho similar... O brasileiro precisa parar de criticar o Chinês e acordar para a realidade de que o mundo é Chinês, desde as roupas, sapatos, etc..., Até carros!

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    1. Verdade! Comprei um casaco e quando cheguei em casa, ele era feito na China. Detalhe: A marca é conhecida mundialmente e originalmente ela não é chinesa.
      Comprei uma mochila aonde vinha uma etiqueta dizendo:"Brasília no design madeira informações China". E tantos outros produtos...
      Qualquer carro deve ter vários componentes "made in China", sejam eletrônicos, ou não. É aí vem uma pessoa com um cérebro do tamanho de um amendoim, criticar o carro feito no Brasil, por uma montadora chinesa e com peças nacionais e que na maioria das vezes, sequer entrou em um, para falar. E fala por que ouviu que o primo do tio do vizinho falou.
      E acredite, o talher, o prato, o copo, as panelas, etc. Se forem ver, provavelmente foram feitos na China e devem achar muito bons...
      Venci meu preconceito e meu próximo carro, será outro Chery. Já estou de olho no Tiggo 2 e no Arrizo 5.

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    2. "Brazilian design made in China"

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